sexta-feira, 30 de setembro de 2011

I'm not perfect!

You want a perfect girl? Buy a barbie! some doll who is perfect and doesn't think. yes, because i'm not perfect, i have my own personality and i'm able to think.
no, i'm not like those women from the magazines you read.
í'm not a bitch like you thought i was. i'm just a girl with big dreams.
if i'm too much? no, because what is too much is left and what is left goes to the trash. so i'm less, because what is less is rare and what is rare is unic and special, just like ME!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Why do I love you?


You are so far away and at the same time here so close...
How is it possible?
After so much suffering, so much tears, so much "I miss you", I actually belived that you were part of my past and you would never be part of my life again.
How could I folled myself?
After so much time, i keep thinking about you and about the great moments we had and then tears start falling down my face.
Why did you came into my life like this?
To make me suffer?
Why is it so hard to forget you?
Maybe the answers are in my head but my heart just doesn't accept them.
The truth is: I miss you. I miss so much...
There were just a few, the moments i spent you with you, but there were enought to see that I love you!
I wish I didn't met you, you only brought paine to my life.
I wish I could say that I hate you but I just can't!
I love you!
I love you like I never loved someone in my all life.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Amor Impossivél


Para mim és o eleito
Para mim és o
Para mim és perfeito
Mas o nosso amor é fatal

É como um fruto proibido
Que não se pode comer
Como um jardim florido
Que ninguém pode ver

Porque basta um passo errado
Para um de nós sofrer
Porque basta um passo ao lado
Para um de nós morrer

Por isso temos de ficar separados
E não nos podemos voltar a ver
Por muito que custe ficármos afastados
É assim que tem de ser

Foi assim que o destino quis
E só temos que aceitar
Não interessa aquilo que eu fiz
Porque o passado não vai voltar

Por isso despeço-me com um beijo
E agora é de vez!
Quem me dera voltar a ver o que vejo
Mas esta é a última vez.

Love is everything

      Eu amei-te no passado
                                                                                 Eu amo-te no presente
                                                                                 E se o futuro o permitir
                                                                                 Amar-te-ei eternamente

Turning Point

Olá pessoal, aqui vai a primeira parte do terceiro capitulo do meu livro Turning Point.


Conversa fatal

Estávamos todos juntos quando saímos auditório e daí prosseguimos para a porta de saída da escola. Aquela “aula” tinha durado a manhã toda e como tínhamos tarde livre iam todos para casa.
Estávamos todos a despedirmo-nos á saída e mesmo no momento em que eu me dirigia para a paragem do autocarro, senti alguém a agarrar o meu braço. Quando me virei apercebi-me de que era Sam quem me tinha agarrado. Ele puxou-me para um pequeno beco por onde quase não passa ninguém e encostou-me á parede dura e fria.
- Sam, assustaste-me. – Que coisa tão estúpida para se dizer, mas era verdade.
- Desculpa não era essa a minha intenção. – Disse Sam com um tom calmo e sereno mas ao mesmo tempo inquietado.
- Querias-me dizer alguma coisa? – Perguntei eu, sim porque queria saber qual a razão para o tremendo susto que tinha apanhado.
- Eu precisava de te perguntar uma coisa Blair.
- Diz Sam.
- Á pouco no auditório, quando nos beijámos, eu… eu queria saber se tu…- Sam parecia agora bastante nervoso. Vi-o preparar-se para me dizer algo mas nesse preciso momento Nate surgiu por detrás da parede lateral.
- Olá Blair, eu andava doido á tua procura. A Jenny disse-me que te viu vir para aqui. – Disse Nate com um olhar curioso sobre Sam.
- Olá Nate. – Disse eu um pouco nervosa. Acho que se devia ao facto de que na última vez que tinha falado com ele lhe tinha dito que estava grávida. – Este é o Sam. – Senti-me na obrigação de aliviar o ambiente.
- Falamos depois Blair. – Disse Sam algo desapontado consigo mesmo.
Dito isto Sam desapareceu por detrás dos arbustos.
- Como te sentes? – Perguntou-me Nate.
- Estou bem. – Respondi algo confusa.
- Ainda bem, porque vamos agora falar com os teus pais. – Assim que Nate disse isto um sentimento de pavor apoderou-se de mim.
- Não! Eu disse que falava com eles mas não hoje! Porque é que tem de ser hoje? Temos muito tempo! – Eu estava num estado de nervos impossível e tenho a certeza que estava quase a berrar.
- Acalma-te Blair. Tenho a certeza que os teus pais vão ser bastantes compreensivos. – Eu não estava tão certa disso. Quer dizer os meus pais não eram super conservadores mas não eram propriamente despidos de preconceitos e para além disso tinham passado agora a fase do divórcio (eles acabaram por decidir dar mais uma hipótese ao casamento mas agora a relação deles andava muito tremida e isto só ia abalar a relação deles ainda mais). – E quanto mais depressa fizermos isto mais descansada tu ficas, vais ver que corre tudo bem. – Bem numa coisa ele tinha razão, quanto mais depressa conversasse com os meus pais, melhor dormiria á noite, mais descansada. E foi por este facto que decidi concordar com Nate.
- Está bem. Falamos com eles hoje. Mas tens de vir comigo, eu não consigo fazer isto sozinha! – Ele já tinha dito que vinha comigo mas não era demais confirmar.
- Claro que vou contigo. Não te vou deixar fazer isto sozinha. – Sorriu para mim e deu-me um beijo muito protector no topo da cabeça. Ele era mais alto que eu mas eu não me importava. De facto até gostava, fazia-me sentir pequenina e menina e protegida.
E assim fomos em direcção ao carro de Nate. Eu adorava aquele carro, era um Volvo preto lindo de morrer!
Entrámos no carro e Nate conduziu lentamente até minha casa. Acho que ele estava a tentar não ter nenhum acidente no caminho – ele tinha tirado a carta de condução á menos de um mês.
Quando chegámos a minha casa eu saí do carro e comecei a remexer na mala á procura das minhas chaves. Bolas! Logo hoje tive de me esquecer delas em casa.
- O que se passa Blair? – Perguntou Nate intrigado.
- Esqueci-me das chaves dentro de casa. – Disse eu aborrecida comigo mesma.
- Então vamos ver se os teus pais estão em casa. Toca á campainha. – Era uma boa ideia se não fosse o facto de os meus pais estarem os dois a trabalhar até às três da tarde e visto que agora eram duas não parecia que estivessem em casa mas não custa tentar.
Avancei até ao pequeno portão de minha casa que dava para o quintal, abri-o e quando cheguei á porta toquei á campainha. Uma, duas e três vezes. Nada. Tal como eu pensava os meus pais não estavam em casa. Voltei para junto de Nate que neste momento já estava de volta ao interior do carro. Eu juntei-me a ele e voltei a sentar-me no lugar do pendura.
- Então? Estão em casa? – Perguntou Nate já esperando que a resposta fosse negativa.
- Não. Devem estar a trabalhar. – De repente ocorreu-me uma ideia. Podia usar isto como desculpa para atrasar um pouco a conversa. – Acho que vamos ter que falar com eles noutro dia. – Disse eu como quem não quer a coisa.
Infelizmente Nate era altamente perspicaz e percebeu de imediato o meu objectivo.
- Nem penses! Nós vamos ficar aqui no carro á espera deles. Não me interessa o tempo que eles demoram. – Disse Nate muito determinado.
- Mas...- Nem tive tempo de acabar a frase.
- Nada de mas. Esperamos e ponto final. – Estava visto, não valia a pena discutir mais com Nate.
Ficámos um bom bocado sem falar até que eu decidi quebrar o gelo e trazer para a mesa um assunto que de facto me interessava.
- Nate? – Disse eu baixinho – Não achas que precisamos de falar?
- Sim. Com os teus pais! – Disse ainda um pouco alterado.
- Não é isso Nate. – Ele estava-se a preparar para ripostar mas eu não lhe dei tempo – Temos de falar sobre nós. Como é que nós ficamos?
Nate ficou surpreso quando eu disse isto mas finalmente disse:
- Eu não sei, quer dizer vamos ter uma criança e … eu gosto bastante de ti mas … eu não sei se tu queres ser mais alguma coisa que amigos… - Disse Nate cabisbaixo.
- Eu quero! – Disse de imediato. – Eu também gosto muito de ti e quero criar esta criança contigo, juntos, como uma família a sério. – Era isto que eu queria, uma família. Sempre quisera isto, desde pequena, só não esperava que fosse aos 17 anos.
Não precisei de dizer mais nada. Nate beijou-me apaixonadamente com uma urgência que não sabia existir. Eu retribuí o beijo com uma ânsia que não sabia ter. Rodei-o com os meus braços mas nunca deixámos de nos beijar. Ele tinha agora uma das suas mãos nas minhas costas e outra no meu cabelo puxando-me mais para ele. Eu passei uma das minhas pernas em redor da sua cintura passando assim para o lugar de condutor ficando ao colo de Nate com uma perna de cada lado da sua cintura. Nunca deixámos de nos beijar. Eu amava-o e ele amava-me a mim e esta era a prova que precisava.
Ele deslocou a mão que estava ao fundo das minhas costas para uma das minhas pernas e juro que o ouvi gemer quando comecei a beijar-lhe o pescoço. A esta altura amava-o de uma maneira que não sabia ser possível amar. Eu queria mais de Nate, mais e mais e….
O meu telefone começou a tocar.

sábado, 3 de setembro de 2011

Teoria da musica

Tenho uma teoria que diz que para cada canção existe um ouvinte perfeito e quando ouvimos a nossa canção ela peg nas pontas soltas da nossa vida e junta-as em três minutos perfeitos. É o nosso tema musical. Então durante um dia, uma semana ou um mês, ouvimos a nossa canção nos auscultadores do nosso telemóvel ou simplesmente dentro da nossa cabeça, a banda sonora da nossa vida para esse espaço de tempo.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Independencia

Crescer singnifica um coisa: INDEPENDÊNCIA. Todos nós a queremos e por vezes usamos outras pessoas para a tentar obter para nós próprimos. Ás vezes encontramo-la uns nos outros. E ás vezes a nossa independência vem com o custo de outra coisa, e por vezes esse csto pode ser bastante alto. Porque mais vezes do que desejamos, para ter a nossa independência, temos de lutar por isso nunca desistas e nunca te rendas.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Contos de fadas

O problema dos contos de fadas é que eles preparam uma rapariga para uma desilusão. Na vida real, o príncepe vai-se em bora com a princesa errada. Ou então feitiço desfaz-se e dois amantes percebem que eles estão melhor como estão. Mas eu cofesso, de vez em quando uma rapariga consegue de facto o seu conto de fadas e tem o seu " feliz para sempre".

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Dreams

Dreams... Everybody has them. Some good, some bad and some you wish you could just forget. Sometimes you realise that you are over them. Sometimes you fell that they are finally coming true. And some of us just have nightmares. But no matther what we dream, 'cause when the morning arrives,  reality comes in  and the dreams start to sleep away, so the only people I dream with it's ME!

domingo, 31 de julho de 2011

Turning Point

Olá pessoal, aqui vai o segundo capítulo de "Turning Point". Espero que gostem!
Love,
     M


A aula mais parecia tortura

Estávamos quase na sala 22, que era onde tínhamos História até que Jenny abrandou e disse:
- Olha lá Blair, hoje não era aquela aula especial no auditório?
- Pois é! – Á uns meses atrás a directora da escola tinha anunciado que iria existir uma aula de educação sexual no auditório. Que pertinente…
- Anda lá Blair o auditório é já ao fundo do corredor. – Ainda bem, ao menos não tinha que ir correr como tinha sucedido até aqui. Durante quase todo o caminho fomos em silêncio até que Jenny começou a falar.
- Blair? – Disse ela algo intrigada. – Posso-te contar uma coisa?
- Claro. Diz. – Não estava a ver o que Jenny podia ter para me contar…
- Eu acho que o meu irmão está… bem não sei… é só uma hipótese… mas acho que ele está apaixonado por ti. - Uau! Não estava á espera desta. Quer dizer eu já sabia disto tudo mas não sabia que era assim tão óbvio que até Jenny que não presta atenção nenhuma ao irmão percebia.
Mas agora aproximava-se um dilema. Que diria eu a Jenny? Será que lhe contava a história toda da gravidez? Ela era a minha melhor amiga tenho a certeza que compreenderia, mas não sei.
No momento em que ia abrir a boca para falar apercebi-me que já estávamos no auditório. Escapei de boa, mas sabia que mais cedo ou mais tarde teria de voltar a este assunto. Por agora só podia rezar que Jenny se esquecesse.
- Meninas, meninas, sentem-se aqui! – A voz estridente de Vanessa ouviu-se por todo o auditório.
Eu e Jenny encaminhámo-nos para os dois lugares que presumi que Vanessa tivesse guardado com unhas e dentes – aquela miúda era bastante persuasiva – onde se encontrava Vanessa, Elena, Katherine e dois rapazes que não conhecia.
- Estava ver que não chegavam a tempo a melhor aula do semestre. – Disse Katherine. Katherine era aquilo a que se pode chamar, sedutora nata. Cada vez que saímos todos juntos ela conseguia arranjar sempre um “namorado” novo. Pode-se dizer que ela tinha bastante experiência nesse campo, daí todo o entusiasmo com a aula de educação sexual.
- Ai Katherine, tens de se sempre assim? – Disse Elena. Elena e Katherine eram irmãs gémeas. Quase indistinguíveis. Mas no que tocava á personalidade eram totalmente diferentes. Elena era super angelical e religiosa. Acho mesmo que ela nunca teve um namorado – ela seria decerto a última pessoa a quem contaria o meu pequeno ”problema”, ela desaprovaria completamente. E mesmo da maneira de vestir eram bastantes diferentes, Katherine usava roupas bastantes curtas e justas enquanto Elena usava tudo muito á base de malhas e cores muito neutras. Já para não falar no cabelo – Katherine tinha o cabelo encaracolado super volumoso e Elena completamente esticado.
- Elena, tu podias era aprender alguma coisa com esta aula. Isto vai ser bom para ti. – Disse Katherine com um sorriso maléfico.
- Ai meninas, parem com isso. Cada um aproveita a aula como quer e bem lhe apetece. – Este comentário saiu de um dos rapazes que eu não conhecia, deviam ter sido transferidos de outra turma este semestre.
- Então Vanessa, não nos apresentas os novos amiguinhos? – Disse Jenny enquanto nós nos instalávamos nos nossos lugares. Devo dizer que Vanessa os escolheu muito bem. Eram mesmo no topo o que nos dava uma visão perfeita de tudo: no pequeno palco que ficava mesmo no centro da enorme escadaria, os vários casais de namorados que aproveitavam o facto de a luz estar fraca para namorarem, tudo! Podia-mos ver tudo.
- Claro que sim. – Disse Vanessa. – Este é o Eric – disse apontando para o rapaz que tinha feito o comentário ainda á pouco. Era um rapaz normal, moreno e de olhos cor de mel. – E este é o Sam. – Uau! Este sim era um rapaz vistoso. Loiro e de olhos azuis, com uma pela morena livre de qualquer impureza.
- Olá, prazer em conhecer-vos. – Disseram Eric e Sam quase em uníssono.
- Olá. – Disse Jenny com grande entusiasmo para Sam. Dito isto sentámo-nos pois apercebemo-nos que a aula ia começar. Isto ia ser bom….
- Bom dia a todos. – Começou uma senhora a dizer mesmo no centro do palco. – Nós estamos aqui para esclarecer todas as vossas dúvidas a respeito da sexualidade por isso não hesitem em perguntar qualquer coisa que queiram saber.
- Como se eu precisar de saber mais alguma coisa. – Disse Katherine algo indignada algo gozona. O que nos valeu foi que ninguém ouviu.
- Portanto vamos começar por ver uma pequena apresentação de slides que espero que vos esclareça sobre toda a questão da educação sexual.
Vimos a apresentação. Devo dizer que foi uma grande seca. A mulher passou o tempo todo a dizer para termos cuidado e apenas iniciar a nossa vida sexual quando for o tempo certo e mais um monte coisas que todos já sabíamos. Mas devo confessar que me senti algo desconfortável e culpada quando a mulher começou a falar da gravidez na adolescência e como era difícil continuar a ter uma vida organizada e normal. Eu ainda nem sequer tinha pensado nisso… A minha vida nunca mais seria a mesma, nunca mais poderia sair á noite nem ir a festas. E a escola? Os meus sonhos profissionais? Tudo isso iria pelo cano abaixo.
De repente despertei destes meus pensamentos quando a mulher que estava a fazer a apresentação disse que ia fazer uma demonstração prática.
- Portanto vou precisar de quatro voluntários, dois rapazes e duas raparigas. – Disse a mulher.
- Eu vou! Eu vou! – Disse Katherine imediatamente.
- Então vem cá querida. – Disse a mulher apontando para Katherine. Katherine desceu as escadas com um andar bastante sexy, aliás quase que podia jurar que só neste bocado ouve uns quantos rapazes que acabaram com as namoradas só para poderem olhar para ela.
- Muito bem, preciso de mais três corajosos. – Dito isto mais ninguém se mexeu e a única coisa que se podia ouvir era o silêncio de cortar á faca.
Eu definitivamente não queria ir, sentia-me demasiado culpada.
- Tudo bem, já que ninguém se oferece eu vou escolher, depois não reclamem, eu dei-vos a oportunidade. – E assim começou a apontar para toda a gente e parou no Eric, no Sam e em mim! Eu juro que quando ela apontou para mim quase gelei. O Eric e o Sam estavam com um ar muito entusiasmado já eu estava com uma cara que devia parecer que tinha visto um fantasma.
Assim que chegámos ao palco a senhora dividiu-nos em pares: a Katherine e o Eric e eu e o Sam – senti uma estranha felicidade por ter ficado com o Sam.
- Muito bem, o que vamos fazer aqui agora é uma simples demonstração de que muitas vezes lá por dois se amigos se envolverem não quer dizer que se amem, o que por vezes pode trazer problemas. – Eu não acredito que aquela mulherzinha reles me ia obrigar a envolver com o Sam de alguma maneira. Quer dizer eu nem conhecia bem o rapaz! Eu estava completamente a enlouquecer, por outro lado a Katherine estava mais empenhada em colocar gloss.
- Podemos começar com a Katherine e o Eric, visto que a menina se ofereceu. – Quase que podia ver Katherine sorrir e Eric não lhe ficava nada atrás, mas não admira que estivesse entusiasmado, Katherine era bastante bonita. – Isto é bastante simples, pensem nisto como um beijo técnico.
- É só isso? Nós vamo-nos beijar? – Perguntou Katherine
- Sim, mas não te assustes é uma coisa bastante simples.
- Eu? Assustada? Eu estou super á vontade. – Disse ela.
- Ainda bem. Vá, quanto estiverem prontos. – Disse a mulher.
Nisto, Katherine fez um sorriso e ficou á espera da investida de Eric. Eric percebeu e por isso colocou uma mão na cintura de Katherine e a outra na parte lateral da face dela e aproximou-se lentamente de Katherine. Katherine estava com uma cara aborrecida de quem está farto de esperar por isso agarrou na cara de Eric e deu-lhe um beijo. E assim como que por magia este beijo parecia bastante apaixonado mas assim que se afastaram Katherine voltou á sua faceta manipuladora e sedutora que nós tão bem conhecíamos e adorávamos nela.
- Muito bem meninos, bom trabalho. Agora Blair e Sam. Têm de fazer o mesmo.
- Se conseguirem. – Ripostou Katherine baixinho.
E assim eu congelei ainda mais. Eu não queria fazer isto! Não seria uma espécie de traição para Nate? Quer dizer eu nem sequer sabia se andávamos… Mas tinha de fazer isto agora e tratar de Nate depois.
Sam repetiu os movimentos que Eric havia feito á uns segundos e colocou as suas mãos na minha cintura ternamente. Eu passei a mão pelos seus cabelos e, ao contrário do que sucedera com Katherine e Eric, não fui eu que fiz a investida final mas sim Sam. Ele esmagou os meus lábios com os dele suavemente e rapidamente, o que começou como um beijo técnico, transformou-se num beijo apaixonado. Este beijo despertou em mim sentimentos que eu tinha tido outrora sentido com Nate, naquela noite. Antes que eu pudesse desenvolver mais estes sentimentos obriguei-me a mim mesma a afastar Sam empurrando o seu peito perfeitamente esculpido.
- Ok. Obrigada a todos por terem participado. – Disse a mulher. – Podem agora voltar para os vossos lugares.
Voltámos os quatro para os lugares na plateia. Eu, ainda algo transtornada, reparei que Sam tinha os seus olhos postos em mim como pequenos faróis, mas ignorei-o e prossegui até á minha cadeira.
- Muito bem, espero ter vos esclarecido sobre este assunto e até a uma próxima. – Disse a mulher em tom de despedida. Todos aplaudimos, especialmente Katherine.

Confiança = Espelho

A confiança é como um espelho.
Se estiver partido pode ser arranjado mas vais sempre poder ver a fenda no reflexo!

sábado, 30 de julho de 2011

Manifesto Cool

Ser COOL é seres tu mesmo. Lutares pelo que queres e sempre quereres mais. Não deixares que alguém te diga o que tu não podes conseguir. ´Mais sonhos, mais objectivos, mais ideias e mais conquistas. Ser COOL é quereres levar para a frente as tuas ideias porque sabes que tu as consegues fazer. Ser COOL é acreditares em ti mesmoe não deixar que te ponham em baixo. É respeitares os outros e exigires o mesmo.
SER COOL É SERES TU MESMO!

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Pensamento do dia (18 de Julho)


Aquilo que as raparigas querem dizer com aquilo que dizem :

Estou com frio : Empresta-me o teu casaco.
Estou aborrecida : Beija-me.
Não é nada : Abraça-me.
Não entendi : Repete porque eu gostei.
Quem é ela ? : Tu és só meu.
Eu não me importo : Estou a morrer por dentro.
Vai com ela : Fica aqui comigo.
Faz o que quiseres : Percebe que eu estou certa.

sábado, 16 de julho de 2011

Pensamento do dia (16 de Julho)

Love is lauder than the pressure to be perfect!

Turning Point

Olá pessoal! Então aqui vai o primeiro capìtulo de "Turning Point". Espero que gostem dele tanto como eu ;)

Love,
     M

A NOTÍCIA

- Estou grávida. – De repente conseguia-se ver pânico na sua expressão, aparentemente, mais pânico do que na minha. Tinha acontecido no mês passado, na festa de aniversário da Jenny, a minha melhor amiga. Eu tinha acabado de aceitar que os meus pais se iam divorciar, estava vulnerável e…
* * *  

 Está bem, eles estão com problemas e depois? Todos os casais têm problemas, não é por isso que os meus pais, que sempre foram felizes, se vão divorciar! Então o que seriam aqueles papéis na mesa-de-cabeceira que a minha mãe tanto tenta esconder de mim? De repente percebi. Não podia mais negar. Os meus pais iam-se divorciar. Tinha de o aceitar. E assim foi como se toda a gente tivesse percebido, como se todos estivessem a olhar para mim e a sentir pena. Tinha de sair dali. Já não me importava que fosse a festa de aniversário da minha melhor amiga, só sabia que tinha de sair dali. Por isso ignorei todos os olhares e saí directamente pela porta da frente. Obviamente não ia voltar para casa, por isso sentei-me num banco que se encontrava ao lado da casa de Jenny e comecei a questionar-me sobre qual a razão que levaria os meus pais a divorciarem-se. Sim, porque um casamento de vinte anos não acaba assim, de um dia para outro.
Não consegui concluir os meus pensamentos porque, rapidamente, alguém veio ter comigo, provavelmente para saber porque deixara a festa.
Era Nate. O irmão de Jenny. Nunca consegui ignorar aqueles olhos azuis que eram de morrer, tinha de admitir que ele era bonito.
- Então? Porque saíste da festa, Blair? – A sua bonita voz fez-me despertar e voltar á Terra.
- Simplesmente não podia continuar ali. – Assim que falei apercebi-me de quão trémula estava a minha voz.
- Mas porquê? Aconteceu alguma coisa? – Não conseguia perceber porque estava ele tão interessado, quer dizer dávamo-nos bem, em parte por causa de Jenny, mas nada de especial. Senti uma lágrima a escorrer pela minha face. – Então porque estás a chorar? – Não consegui evitar. Encostei-me ao seu peito e comecei a chorar mais e mais. Ele abraçou-me e começou a abanar-me como se me estivesse a embalar. Comecei a afastar-me dele lentamente.
- Os meus pais vão-se divorciar. – Disse eu entre soluços e lágrimas. Ele ficou surpreso mas não deixou de se sentir triste por mim.
- Não te preocupes Blair, tenho a certeza que vai correr tudo bem. – Eu sabia que ele tinha dito aquilo apenas para me acalmar mas eu estava tão nervosa e furiosa que acabei por explodir.
- Bem? Achas que as coisas vão ficar bem? Os meus pais estão-se a divorciar! Provavelmente até já o fizeram por esta altura. Eu nunca mais vou poder dizer que tenho uma família! NUNCA! – A maneira como eu disse estas palavras chocou-o completamente. Eu conseguia ver o choque e a surpresa nos seus olhos. E assim vi-o engolir a surpresa e a preparar-se para me dar mais consolo.
- Blair, porque não vens para dentro? Divertias-te um pouco e esquecias os problemas… - Ele disse aquilo de uma maneira tão bondosa que era impossível resistir, mas mesmo assim não podia encarar aquela gente toda.
- Não. Não quero que todos comecem a fazer perguntas.
- Podemos sempre ir pelas traseiras até ao meu quarto. – Parecia uma boa ideia.
- Está bem. Obrigado. – Senti-me na obrigação de lhe agradecer pois mais ninguém, nem mesmo Jenny, tinham sido tão carinhosa comigo, mesmo depois de verem o estado em que eu tinha saído da festa.
- De nada. Para que servem os amigos? – Ele esboçou um breve sorriso ao qual eu retribuí.
Dito isto encaminhámo-nos para a porta da garagem onde se encontravam umas escadas que iam dar directamente ao quarto de Nate. Assim que entrámos no seu quarto reparei como ele estava demasiado arrumado para um quarto de rapaz. Quer dizer já tinha estado no seu quarto antes mas estava sempre muito desalinhado e desorganizado.
- Vejo que resolveste finalmente arrumar o teu quarto. – Senti necessidade de aliviar um pouco o ambiente – tínhamos passado todo o caminho até ao seu quarto calados, acho que ele não me queria incomodar. – Ele riu-se.
 - A Jenny obrigou-me a arrumá-lo por causa da festa. – Estava explicado o mistério do quarto arrumado. – Porque não te sentas? – Disse ele apontando para a cama.
Foi isso que fiz mas não resultou exactamente como eu tinha planeado. Assim que dei um passo em direcção á sua cama com a intenção de me sentar, tropecei em alguma espécie de caixa e caí de barriga para cima mesmo no centro da cama. Estava preparada para abrir os olhos e rir-me da situação mas não foi isso que aconteceu. Nate tinha, por impulso, tentado agarrar-me para eu não cair, mas não foi bem sucedido, logo acabou por cair também. Ficou mesmo por cima de mim. De repente apercebi-me do quão perto os nossos lábios estavam e ficaram mais perto e mais perto e acabaram por se tocar. Primeiro foi apenas um toque suave mas depois, á medida que os nossos lábios se movimentavam, aquele beijo inesperado transformou-se num beijo apaixonado. Por esta altura já nos tínhamos sentado e senti os braços de Nate rodearem-me e passei os meus pelos seus ombros para o agarrar melhor. Umas das mãos dele agarrou-me na cintura e a outra desceu por baixo da camisola até ao meu soutien desapertando-o. A esta altura já só sabia tocar e beijar e desfrutar daquele momento.

Acordei. Onde estou? De repente foi como houvesse um pequeno “clique” no interior da minha cabeça. Eu tinha dormido com Nate. O irmão da minha melhor amiga. Tive de olhar para o lado para confirmar e lá estava ele. Nate, a acordar.
- Bom dia. – Disse ele com um sorrio meio sonolento.
- Bom dia? É só isso que tens para dizer? – Disse eu algo indignada.
- Que queres que diga?
- Nós dormimos juntos! Isto não podia ter acontecido! Tu és o irmão da minha melhor amiga! Ai! O que é que a Jenny vai pensar quando descobrir? Ela não pode descobrir! – Eu estava num estado de nervos que nem eu sabia ser meu característico.
- Tem calma. A Jenny não vai descobrir nada. Ninguém lhe vai contar. Nem eu nem tu. Relaxa. – E nisto envolvemo-nos num beijo apaixonado.
* * * 

- Não, isto não pode ser verdade! Diz-me que isto não é verdade! – Disse Nate ainda em pânico mas já numa fase mais furiosa.
- É verdade Nate. – Disse eu um pouco á cautela. – Desculpa não te ter contado mais cedo mas eu não tinha a certeza e… Desculpa. – Era verdade. Eu tinha feito o teste na semana passada mas tinha de ter a certeza antes de lhe contar.
- E agora? – Eu não sabia responder a esta pergunta. Não agora. Ainda  não - Tu… tu vais fazer um aborto? – Disse ele já depois de se acalmar. Eu ainda não tinha tido muito tempo para pensar no assunto mas sabia que provavelmente ele me iria fazer esta pergunta.
- Não. Eu vou ter esta criança - De repente uma lágrima escorregou pela minha face só de pensar como seria a minha vida daqui em diante. – Tu vais assumir a criança? – Eu estava a tentar evitar o assunto mas era impossível, eu tinha de saber se ia criar esta criança sozinha.
Ele encaminhou-me para um banco que se encontrava perto de nós.
- Ouve Blair, eu não dormi contigo só porque tive pena de ti ou algo do género, tal como tu pensaste na altura. – Era verdade. Na altura pensava que aquilo tinha apenas acontecido porque ele sentia pena de mim por isso evitei-o durante muito tempo. – Eu dormi contigo porque gosto mesmo de ti, gosto de ti desde que a minha irmã nos apresentou no ano passado. Por isso é claro que vou assumir essa criança! Não posso dizer que estou feliz, pois não estava propriamente nos meus planos ser pai aos 17 anos mas, já que teve de acontecer, ainda bem que foi contigo. – Nisto vi-o esboçar um sorriso ao qual eu correspondi.
- Eu também gosto muito de ti Nate. – De facto eu gostava dele. Sempre gostei, mas nunca tinha pensado nele como algo mais que um bom amigo. Mas afinal, íamos ter um filho!
Ficámos um bom bocado a olhar um para outro e a sorrir tipos parvinhos.
Mas soube bem…
- Já contas-te a alguém? – A sua pergunta fez-me descer de novo á Terra.
- Não! Nem quero contar! Eu não quero que ninguém saiba! – Passei rapidamente de um estado calmo, para quem estava numa situação destas, para um estado de nervos enorme. É claro que eu não queria que ninguém soubesse! Eu não queria que daqui a dez anos todos se lembrassem de mim como “a miúda grávida do liceu”!
- Mas vamos ter de contar aos nossos pais! – Adorei a maneira como ele disse “vamos”, dava para ver que estava mesmo a levar isto a sério e não a escapar-se das responsabilidades do erro que ambos tínhamos cometido.
- Eu sei. – Eu sabia que ia ter de contar aos meus pais algum dia mas não fazia a mínima ideia de como iam reagir, quer dizer a minha mãe, tenho a certeza de que me iria apoiar, mas já o meu pai… - Não sei é como lhes vou dizer que a filha deles de 17 anos está grávida! – Ainda me custava ouvir-me dizer a palavra “grávida”.
- Não te preocupes, eu vou lá estar contigo. Falamos com eles hoje?
 - Hoje? Nem penses. O meu objectivo de hoje era contar-te a ti e já o fiz. – Ele não podia esperar que agora que lhe tinha contado a ele que ia anunciar isto aos sete ventos.
- Mas vais ter de lhes contar!
- Eu sei. E vou. Mas não hoje. – Era verdade. Eu não estava a dizer aquilo só para o calar, eu ia mesmo contar aos meus pais.
- Está bem. Agora é melhor ir a andando para as aulas. – Sim eu nem sequer tinha reparado que todas estas revelações se tinham passado num velho banco á porta da nossa escola – Cascades High School, era a minha escola, ficava no estado de Nova Iorque.
- Sim, as minhas aulas também devem estar a começar. – Nós não estávamos na mesma turma.
 - Então, até já. – Disse Nate. Eu não sabia como me haveria de despedir
Dele, quer dizer nem sequer sabia se namorávamos ou alguma coisa assim. Entreolhámo-nos algo atrapalhados até que, felizmente, apareceu
Jenny.
- Blair, ainda bem que te encontrei! – Jenny estava bastante apressada e
aflita. – Que estás a fazer a falar com o meu irmão? Anda, já estamos
atrasadas para a aula de História. Anda! - Nisto acenei ligeiramente a Nate e deixei-me levar pela mão que Jenny agora puxava.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Pensamento do dia (15 de Julho)

Porquê esquecer o que fizémos de mal, quando o podemos remediar?
- não fingas que nunca fizeste nada de mal, mas sim remedeia aquilo que podes, e não há nada que não possa ser remediado. Qualquer erro tem a sua solução, só precisas de procurar bem lá no fundo do teu coração e aí vais encontrar aquilo que precisas ;)

Love,
     M

sábado, 9 de julho de 2011

Pensamentos...

Olá outra vez amiguinhos,
então eu estive a pensar e o meu blog vai ter "O pensamento do dia", "O pensamento da semana"(Turning Point) e o "O pensamento do mês", onde vou expressar vários sentimentos uqe tneho cá dentro e que secalhar vocês também têm.
"O pensamento do dia" entra em vigor amanhã e o "Pensamento da semana" vai ser publicado aos sábados tal como já aconteceu hoje com "Turning Point" e finalmente o "Pensamento do mês" irá ser publicado a cada dia 30.
Se vocês tiverem alguma sugestão que querem que eu publique tanto no "pensamento do dia" como no "pensamento do mês" enviem as vossaas ideias para marcia.ventura_le@hotmail.com .

Love,
     M

Turning Point

Ok pessoal, "Turning Point" é o nome do meu livro e como eu quero saber a vossa opinião, todas as semanas vou publicar um capitulo deste meu livro. Esta semana vou apenas dar-vos um gostinho especial, ou seja, vou apenas publicar o perfácio.  Espero que gostem.
Love,
     M


PREFÀCIO
Tinha chegado a hora. Era agora. Não podia adiar mais. Com uma expressão de pânico vi-o preparado para me apoiar. A sua dedicação intensa não deixava margem para dúvidas. Sabia que não podia contar com mais ninguém para fazer isto – naquele momento estavam todos no estado de ansiedade enquanto eu lutava por duas vidas.
Será de alguma vez saberia o resultado deste esforço? Iria algum dia descobrir como me tinha saído? Será que ia viver para esse dia?
As probabilidades não pareciam estar a meu favor.
De repente, uns pequenos olhos acompanhados de um choro intenso chegaram ao meu campo de visão. Já estava. Eu tinha conseguido. Mas algures no meu subconsciente sabia que ainda estava em risco e uma pequena distracção ditaria o meu futuro. Ditaria a minha morte.

Aspirante a Escritora

Olá pessoal, eu criei este blog porque eu sempre adorei escrever e agora estou a escrever um livro que tem me tem memso agarrado ao monitor no computador, e por isso quero que voces me digam se o acham tão entusiasmante como eu =) Mas vou também publicar alguns pensamentos que vos podem ajudar (espero).
Espero que gostem e que vos seja últil ;-)
Love,
     M